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MIISLAINE GONÇALVES | LA VIE OFFICIEL | POR KI LA VIETT
BRAZIL COM Z | KI LA VIETT

INOVAÇÃO

Laceira de Milhões: a força de quem transformou o amor aos negócios em pura inovação

A Laceira de Milhões é um exemplo de audácia, superação e ação. Ela que transformou as dificuldades em combustível e que prova, dia após dia, que o sucesso verdadeiro nasce de um propósito claro. Mislaine é mais do que empresária; ela é um símbolo do Brazil com “Z”.

Mãos que ensinam, laços que unem

Há histórias que começam com um grande sonho. A de Mislaine Gonçalves começou com uma necessidade. Antes de ser conhecida como Laceira de Milhões, antes dos milhões movimentados no digital e antes de ensinar milhares de mulheres, havia uma mulher e seu marido diante da necessidade de colocar mais dinheiro dentro de casa. 

Foi ao lado dele, com parceria desde o início, que Mislaine começou a buscar uma possibilidade de renda. 

E foi assim que tesouras, agulhas e fitas começaram a transformar uma habilidade em trabalho, enquanto os laços, pouco a pouco, ganhavam espaço na história.

Mislaine é apresentada pelo Kiwicast como mentora de laceiras e criadora de conteúdo. Em entrevista publicada em junho de 2026, a própria plataforma registra que ela havia faturado R$3 milhões na Kiwify, alcançando cerca de 45 mil alunos com produtos digitais de baixo valor, sem utilizar tráfego pago. 

São números expressivos, mas eles não contam, sozinhos, a história de Nina (assim conhecida)

A história de Nina começou antes dos milhões

A vida financeira nem sempre teve a dimensão que os números atuais sugerem. Ela vivia em um pequeno geminado, não tinha carro nem renda própria, cuidava de dois filhos enquanto o marido trabalhava como vendedor de carros e começou a sair de porta em porta para vender laços de cabelo. 

Escolas, creches e bairros passaram a fazer parte de sua rota. Se não vendesse, faltava dinheiro para as necessidades básicas da casa.

Um dos sonhos dela , era poder fazer uma compra significativa no supermercado.

Existe uma diferença importante entre olhar para esse momento só como dificuldade financeira e perceber o que estava sendo construído ali.

Ela estava aprendendo a vender; estava olhando as pessoas; estava entendendo necessidades; estava descobrindo como apresentar aquilo que fazia.

Estava colocando uma habilidade em MOVIMENTO. Aliás, continua.

O que começou como uma maneira de gerar renda foi, aos poucos, criando conhecimento. E conhecimento adquirido na prática também pode se transformar em patrimônio.

A força que aparece no caminho

Nem sempre uma mulher sabe, antecipadamente, a dimensão da força que carrega. Há situações que nos levam a lugares tão profundos que somos obrigadas a olhar para nós mesmas de outra maneira.

Não para encontrar uma nova versão, porque uma mulher não precisa ser retalhada em versões de si mesma para crescer.

Talvez o movimento mais poderoso seja justamente o contrário: voltar para dentro e redescobrir-se  INTEIRA.

A trajetória de Nina carrega esse movimento.

Em determinado momento, a realidade financeira e emocional chegou a um ponto de questionamentos. Foi então que seu marido (grande companheiro) lhe disse para ir à igreja ouvir a Palavra.

Ela foi, e a PALAVRA foi dita.

Isso marcou o começo de uma mudança importante na maneira como ela passou a organizar a própria mente e a enxergar sua caminhada.

A Fé, portanto, não aparece aqui como uma fórmula para ganhar dinheiro. Não se trata de dizer que alguém foi à igreja e ficou milionária.

Seria simplificar demais uma história muito maior. Na trajetória dela, a Fé aparece como fundamento, como lugar de sustentação e como parte de uma transformação, que depois encontrou expressão na vida e também no trabalho.

Ela sempre acreditou.

E essa palavra importa : acreditar

LACEIRA DE MILHÕES | LA VIE OFFICIEL | POR KI LA VIETT

A Fé que movimenta e dá sentido na história

Em uma trajetória como essa, é tentador olhar somente para aquilo que pode ser medido: faturamento, quantidade de alunos, produtos vendidos, seguidores. Mas há coisas que não cabem em uma planilha.

A Fé é uma delas.

Para Nina, ela não parece ocupar um espaço decorativo na narrativa. Está relacionada à maneira como ela atravessou momentos difíceis e continuou caminhando. Quando a realidade parecia maior do que aquilo que ela conseguia enxergar, a Fé foi parte do caminho pelo qual começou a reorganizar seus pensamentos.

E talvez exista uma diferença importante entre acreditar, que algo vai acontecer e continuar se movimentando, enquanto ainda não aconteceu.

Ela continuou, sem deixar de acreditar , independentemente dos acontecimentos.

O aprendizado também faz parte da história

Crescer nas vendas não significa automaticamente saber administrar um negócio maior. A própria trajetória mostra que existem momentos em que aquilo que funcionava em uma escala, deixa de funcionar quando a operação cresce.

Em vez de transformar essa passagem em uma história de fracasso, é mais justo compreendê-la como parte do aprendizado.

Ela experimentou caminhos que não sustentaram aquilo que pretendia construir. E precisou aprender e reaprender.

Esse é um ponto que merece atenção,  porque existe uma romantização perigosa do empreendedorismo: a ideia de que quem vence simplesmente acreditou mais, trabalhou mais ou nunca parou.

A realidade é mais complexa.

É preciso aprender : Experimentar. Observar. Ajustar. Aprender novamente. E continuar.

Não se aprende a nadar fora da água. Mas, muitas vezes, o emocional precisa ter um tempo para se fortalecer. É natural.

Foi nesse processo, que Nina ampliou a compreensão sobre o próprio negócio e começou a enxergar possibilidades, que iam além da produção e da venda física dos laços.

De vender laços a ensinar outras mulheres

O conhecimento que nasceu na prática começou a ganhar outro valor quando passou a ser compartilhado.

Ela percebeu que aquilo que havia aprendido poderia ajudar outras mulheres que também queriam trabalhar com laços ou não, mulheres também foram despertadas.

A habilidade manual deixou de ser somente um produto. Tornou-se conhecimento que poderia ser ensinado.

Uma mulher que um dia precisou sair de porta em porta para vender seus laços passou a ensinar outras mulheres a fazerem deles uma possibilidade de renda.

“Laceira de Milhões” nasceu como marca

LACEIRA DE MILHÕES |LA VIE OFFICIEL | POR KI LA VIETT

A combinação da textura do gorgurão rosa e bege com o brilho clássico das pérolas cria um visual sofisticado, mas com aquele toque artesanal que faz toda a diferença

E assim, o nome nasceu de um insight.

E foi transformado em marca.

Isso diz muito sobre a capacidade de reconhecer uma ideia, e colocá-la imediatamente no PLANO REAL.

O nome passou a representar não somente quem ela é, mas o universo que estava construindo ao redor do trabalho com laços. 

O insight virou marca.

A marca virou negócio.

E o negócio virou propósito.

E os laços foram laçando novos caminhos, novas oportunidades, novas vidas.

A história que ela transformou em propósito

Aqui tem um movimento de SUPERAÇÃO. Pegar tudo que poderia levar a desistir e transmutar em propósito. Ressignificar.

E foi exatamente isso, que ela fez com a própria história.

Porque propósito não precisa nascer de uma vida perfeita. Muitas vezes ele nasce, justamente, daquilo que nos atravessou.

A mulher que precisou vender laços para ajudar a colocar dinheiro em casa passou a ensinar outras mulheres.

A tua história pode mudar outras histórias.

A experiência que poderia ter ficado somente como memória de uma fase difícil transformou-se em uma comunidade.

Detalhe: ela mostra os trabalhos que elas produzem, o que estão vivenciando, inclusive, emocionalmente.

Dá direções, sugestões de estratégias para vender e leva para cada uma delas a criatividade.

Em nenhum dos momentos as suas seguidoras e alunas ficam sem direção.

O propósito não apagou a história que veio antes.

Deu outro sentido a ela.

O que a história da Laceira de Milhões realmente revela?

É por isso que a história de Mislaine Gonçalves pertence ao Brazil com “Z” da La Vie Officiel.

Porque este espaço não existe só para falar de brasileiros que chegaram longe. Existe para olhar para aquilo que existe por trás da chegada.

E passa a SER  sobre uma mulher que encontrou, na própria travessia, força para transformar experiência em conhecimento, conhecimento em negócio e negócio em propósito.

Brazil com “Z”. Porque algumas histórias brasileiras não precisam ser inventadas. Precisam ser contadas. Sempre. 

O Brazil com “Z” está cheio de histórias que começam pequenas, mas pensando bem, não são pequenas. Precisamos mudar este conceito.

Uma habilidade. Uma necessidade. Uma tentativa. Uma porta batida. Uma venda. Uma ideia. Uma conversa. Uma oração. Um aprendizado. É o caminho sendo construído.

E, às vezes, aquilo que parecia assustador é a vida falando: chegou a hora de um novo começo.

Mislaine Gonçalves começou com laços.

Hoje, ensina milhares de mulheres.

Mas talvez sua maior conquista não possa ser contabilizada em milhões.

Talvez esteja no momento em que uma mulher, diante de uma circunstância que parecia capaz de diminuí-la, começou a se redescobrir inteira.

É aí que a história deixa de ser somente sobre laços.